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História


A freguesia de Cepelos localiza-se a Sudeste da sede do Concelho de Vale de Cambra e nos seus limites administrativos confina, a Norte, com o Rio Caima e com a freguesia de Rôge; a Sul, com as freguesias de Junqueira e de Arões; a Este, com a freguesia de Albergaria da Serra, no Município de Arouca e a Oeste, com as freguesias de Macieira de Cambra, de Rôge e S. Pedro de Castelões.




É uma freguesia anterior à nacionalidade. O registo mais antigo que se conhece data de 922 dC e é um documento no qual o Rei de Leão, Ordonho II, em visita ao Bispo resignatário de Coimbra (D. Gomado), doou-lhe muitas "villas" entre as quais a "villa de Palaciolo (actual lugar de Paçô) cum sua ecclesia vocabulo Sancto Johanne de Zopellos" da qual apenas se encontram segundo a tradição, alguns supostos vestígios, (ex: bocados de telhas) e o local provável de um cruzeiro da época.


Situada na margem esquerda do Rio Caima cujo percurso a delimita na parte média, numa faixa acidentada de terreno que se estende de Nordeste nas fraldas da Serra da Freita até à Serra do Arestal, quase atravessando o concelho, a sua paisagem é marcada pelo rio e, principalmente, pela orografia, que a extensa cobertura de pinhal acentua.

Atravessada pelo Caima no extremo Nordeste, logo após a Frecha da Mizarela, em ambiente de pendores íngremes e substrato de xistos e onde o rio atinge a cota de seiscentos metros, logo abaixo, inicia-se a mancha de granitos, que se prolonga até ao fim do espaço da freguesia e lhe molda a configuração.
Por aqui se estendem as povoações, distribuídas preferencialmente abaixo da altitude já indicada, ocupando alguns esporões e encostas voltadas a Sul, nos quais o homem criou as terras de cultivo, que cuida com afinco na vida quotidiana do trabalho do campo, conquistando-as ao monte.


Em 1758 cerca de 700 pessoas habitavam em Cepelos, já distribuídas tal como as 1.310 de hoje por 10 lugares, e pagando foral ao convento Rainha Santa Mafalda de Arouca. Na "Casa da Tulha" (datada de 1764 e hoje monumento nacional) recolhiam-se os bens para pagar o foro.